Introduce Yourself (Example Post)

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Culinária indígena que herdamos no Brasil

criança indígena comendo



Herdamos uma culinária indígena incrível no Brasil, e nem todos sabem o valor desses pratos típicos. Muitos deles comemos com frequência, e as comidas indígenas que utilizamos no cotidiano são extremamente saborosas. Os pratos típicos levam os mais variados alimentos, de raízes a frutas, de farinhas a peixes. Você certamente já fez uma receita indígena ou comeu algum prato que foi influenciado pela cultura dos nativos, como é o caso da querida tapioca.

Nesse artigo falaremos sobre quais pratos existem na nossa culinária por influência da alimentação indígena. Também traremos alguns nomes e pratos típicos puramente indígenas, além de algumas curiosidades sobre a gastronomia indígena.


A comida indígena

A alimentação indígena chamou atenção dos europeus logo que eles chegaram no Brasil. Diversos cronistas do passado mencionaram a culinária indígena, seus alimentos e formas de preparo. Além do choque que tiveram ao se deparar com tripos antropófagas (canibais), eles deixaram registrado muitos alimentos consumidos pelos nativos.

Já nas primeiras crônicas fala-se muito em amendoim, castanha de caju, milho assado com carne, feijão de todos os tipos, cará, rãs, caranguejos, mariscos. Hans Staden, alemão que passou pelo Brasil no século XVI, descrevia a farinha de mandioca, o peixe e a carne feita com pimenta vermelha, além do mel silvestre e uma bebida feita com aipim.

hans staden



Jean de Léry, francês do século XVII, também mencionou a farinha, mas a relacionando ao milho, bem como pimenta pilada no sal e bananas da terra.

Esses escritores mostram que já naquela época a base da culinária dos índios eram alimentos que influenciaram fortemente a gastronomia brasileira.

Pratos típicos indígenas

Engana-se quem acha que todos os índios possuiam os mesmos hábitos culinários. Cada tribo tinha uma culinária bastante específica. Todos costumavam se alimentar de frutas silvestres, pescados, raízes e outros alimentos. No entanto, cada comunidade criava seus pratos típicos a partir destes alimentos, sempre unindo novidade e tradição do seu povo, tal qual fazemos hoje.

Vamos ver algumas comidas indígenas que usamos no cotidiano.

Mandioca

Conhecida como macaxeira ou aimpim dependendo do lugar, a mandioca é a base da culinária indígena. Grande fonte de carboidratos, os índios faziam desde farinhas a bebidas com a mandioca. Hoje, é o alimento-base também de 800 milhões de pessoas no mundo inteiro.

crianças preparando alimento



Beiju

É um prato muito parecido com a Tapioca e às vezes confundido com ela. Era muito consumido pelos inígenas que habitavam a região nordeste, particularmente o estado de Pernambuco. Trata-se de uma espécie de panqueca feita com a massa da mandioca espalhada pela frigideira. Costuma ser recheada com diversos sabores, como queijo coalho e coco.


comida indígena

Tapioca

A tapioca é preparada com o amido da mandioca, que cria uma espécie de farinha. Ao ser esquentada, se torna uma goma de sabor neutro que combina com os mais variados recheios. Caso nunca tenha experimentado, não perca a chance porque hoje em dia é encontrada em qualquer supermercado.

receita dos índios


Moqueca

A moqueca vem da línga indígena que significa assado de peixes. Hoje é consumida na maioria das regiões como um cozido de peixes, mas sua origem é de assado. Os índios faziam o peixe em grelhas bambus. Ao longo do tempo sofreu alterações a partir dos portugueses e africanos, mas sua origem está na culinária indígena.


invenção indígena


Canjica

Não se sabe ao certo as reais origens da canjica, também conhecida como mungunzá em algumas regiões do Brasil. É certo que se trata de um prato consumido pelos indígenas, provavelmente os tupinambás. Feita com milho, dizem que era consumido puro, até os portugueses acrescentarem leite, açúcar e canela.

alimento com milho


Bebidas

Os indígenas americanos preparam uma bebida através de um processo de fermenação. Eles utilizam milho, caju, jabuticaba, macaxeira, jenipapo e mangaba.

Cauim

Também chamado de cahoi, é uma espécie de vinho, feito a partir da fermentação da mandioca ou do milho, que eram misturados a sucos de frutas. O alimento principal era cozinhado, mastigado e recozido para obter a fermentação. Dessa forma, as enzimas presentes na saliva humana quebram o amido de açúcar fermentável.

bebida fermentada dos índios

Caxiri

Os índios Macuxi, que vivem na região de Roraima, preparam o Caxiri através da mandioca braba. Ela passa por um processo de purificação, e em seguida perde sua casca para passar em um ralo. Obtém-se então uma massa pastosa, que é misturada com água. Essa bebida é preparada apenas pelas mulheres da tribo.

bebida feita pelos índios


Categorias antropológicas da culinária indígena

Os alimentos indígenas podem ser separados em seis categorias relacionadas à antropologia. Segundo o pesquisador paraense Abguar Bastos, esses alimentos divedem-se em Mágicos, de Resguardo, Compensatórios, Interditos, Sagrados e Privativos. Vamos entender cada um deles.

rituais indígenas

Alimentos Indígenas Mágicos

Os alimentos mágicos podem ser comidos por índios ou separados para que os espíritos os comam. No primeiro caso, o objetivo é conseguir realizar algo com ajuda do alimento. Por exemplo, caçadores de algumas tribos costumam ingerir infusões de vegetais para capturar determinado animal. No segundo caso, o pajé separa uma parte do alimento para que os espíritos possam se alimentar.

Alimentos Indígenas de Resguardo

Esses são consumidos em determinado processo de passagem de um estado social a outro. É normalmente um rito, uma cerimônia em que o indígena assumirá outra posição dentro da tribo, como nos casos de casamento. Essas comidas são ingeridas apenas nesses períodos porque os indígenas acreditam que, fora do rito de passagem, elas trariam consequências negativas para a pessoa. Por isso são comidos apenas em nascimentos, gestação, matrimônios e funerais.

índios preparando peixe


Alimentos Indígenas Interditos

São alimentos que os indíos não comem. Ou seja, eles são proibidos em algumas tribos por uma razão mitológica. Em grande parte das vezes os índios acreditam que o animal foi um humano em outros tempos, e por isso lhe devem respeito. Há outros casos, como acontece com os Kaingang do sul do Brasil, que não comem tamanduás porque, para eles, foi este animal que os ensinou a cantar e a dançar, e por isso lhe devem gratidão.

Alimentos Indígenas Privativos

Os indígenas separam certos alimentos que só uma parte da comunidade pode consumir. Os Suyá, do Mato Grosso, por exemplo, dedicam os miúdos da anta apenas para os homens. É o caso também dos Erigpagtsá, que reservam a cabeça dos macacos e porcos dos matos para os homens.

índigenas preparando comida


Alimentos Indígenas Compensatórios

São alimentos oferecidos como agrado, presente ou recompensa. Normalmente o indío realizou uma tarefa difícil, como a construção de uma oca. É uma forma de fortalecer os laços entre os indígenas e as famílias.

Alimentos Indígenas Sagrados

Os indígenas consomem os Alimentos Sagrados para serem influenciados espiritualmente por eles. Também podem estar relacionados a ritos de passagem, como a Kariana, um rito de puberdade no qual as meninas consomem um prato feito com pimenta, peixe cozido e defumado. No Amazonas, a tribo dos Marubo canta sobre um pote de mingau para oferecer a doentes, pois segundo eles o canto sagrado irá tirar a doença do enfermo.


Prove e valorize a culinária indígena que herdamos!

pratos típicos dos índios



Esperamos que você tenha gostado desse passeio pela gastronomia indígena. São muitos pratos que existem na nossa culinária sob influência da alimentação indígena. Por isso, precisamos valorizar essa culinária que herdamos, e levar para todos que ainda não experimentaram!

Não deixe de continuar o passeio pela riqueza cultural da gastronomia e culinária brasileira! Abaixo você encontra muitos outros artigos relacionados a nossa cultura e pratos típicos.



Culinária brasileira:


Continentes:

Comidas e pratos típicos do Reveillon

Quando se fala em fim de ano é impossível não pensar em comidas típicas do reveillon. Jantares pré ano novo e almoços de comemoração da data, por exemplo, fazem parte da tradição da data.

Muitos pratos estão presentes nas ceias de ano novo, incluindo aperitivos, bebidas, pratos principais e sobremesas. Listamos aqui as receitas mais populares, que deixam as festas de ano novo ainda mais gostosas:

 Sopa de Lentilha

Ceia de Ano Novo


Reza a tradição que a sopa de lentilha traz prosperidade e fortuna, e por isso ela é servida como prato típico da ceia de Ano Novo. Também faz parte do ritual de boa sorte, que é enterrar um grão de lentilha. Muitos pés da planta crescerão, o que mostra o quanto esse alimento representa bonança.

Porco Assado

ceia de ano novo



Pratos com porco também fazem parte da tradição para um ano novo de sucesso. A lenda diz que, ao contrário de aves, esse animal só anda para frente. Saborear esse prato simboliza um ano novo com avanços. Além de ter uma carne saborosa, a combinação dele com os outros ingredientes da ceia de Ano Novo pode te deixar com água na boca.

Farofa

reveillon

A farofa não pode faltar em nenhuma ceia brasileira. Feita com ingredientes especiais, como bacon em cubinhos, uva passa, milho entre outros, ela deixa as refeições de fim de ano com um toque especial.

Saladas

Reveillon

As saladas com frutas são uma boa pedida para casar com os sabores da ceia de fim de ano. A salada com bacalhau também ajuda a atrair bons ventos para o novo ano que se aproxima.

Uvas

frutas ano novo


Outro ingrediente da tradição para um ótimo ano é o cacho de uva na mesa para a hora da virada do ano. Ele promete trazer felicidade e sorte para quem o consome.

Espumante

bebida ano novo

Item importante na hora da virada, o espumante está presente nos brindes de comemoração do ano que chega.

Além de gostosos esses pratos são carregados de tradições, superstições e promessas de boa sorte. Acreditando nelas ou não, é sempre bom acreditar que um ano melhor está por vir.

Leia também
Comidas típicas do Natal pelo mundo
Os pratos tradicionais da Ceia de Natal

O curso Bolo no Pote, de Marcia Tozo

Curso



Em tempos de crise é preciso se virar para não ficar “no vermelho”. Não são poucas as pessoas que decidem iniciar um “Plano B”, seja para complementar a renda mensal, seja para mudar de ramo. E também não é pequeno o número daqueles quem têm sucesso. Muitos saem da crise e ainda passam a ganhar muito mais.

É complicado fazer investimentos ou abrir um negócio novo.  A crise nos aperta, e precisamos realizar algo que seja de baixo custo, mas com alto retorno. Algo que, a princípio, ao menos cubra as contas que você não consegue pagar no final do mês. E é por isso que, cada vez mais, o curso de bolo no pote online faz sucesso.

Vá direto para a página que sugerimos clicando aqui.

Por que bolos no pote dão lucro?

Porque essa é uma das maneiras mais simples de ganhar dinheiro e um dos investimentos mais baixos. Já tratamos disso no nosso site, e inclusive abordamos se vale a pena começar a vender bolos no pote. Fizemos um cálculo baseado em uma média, e percebemos que o lucro é mais de 100%! Você pode ler esse artigo no link abaixo:


Como uma forma de complementar o artigo publicado sobre o tema, já que muitas pessoas têm dúvidas, hoje vou falar do curso que considero o melhor para quem deseja entrar no negócio. Além disso, abordo o tema porque descobri que este curso está com um valor promocional, e quero ajudar os leitores e leitoras que demonstraram interesse no ramo. Vamos analisar o curso?


Sobre o curso

O curso é elaborado pela especialista Marcia Tozo, e traz receitas voltadas para as vendas. São bolos, tortas e naked cakes especiaisOu seja, você não precisará testar os sabores e as formas de montagem que o público mais gosta. Baseado em anos de experiência de vendas, a autora conseguiu reunir, em um e-book, os doces mais pedidos no momento. Ela também escreveu de uma forma simples e fácil de aprender. 

Lucro

O cálculo da autora do curso online é muito aproximado do que fizemos, pois ela afirma que as pessoas que adquiriam o curso passaram a lucrar mais de 5 mil reais por mês no próprio negócio.

Vale a pena? É bom?

Márcia Tozo promete que o curso será um divisor de água na sua vida. Vamos analisar cada aspecto do curso de bolo no pode para ver as vantagens e saber se ela tem razão? Acompanhe:

Suporte

A primeira grande vantagem é o suporte. A própria Marcia Tozo se dispõe a responder, durante 24 horas, todas as dúvidas dos alunos. Além disso, você pode contatá-la em múltiplos canais: e-mail, Facebook e hatsapp.

Formato

Não há como dizer que o curso não é flexível, pois ele é 100% digital. Isso facilita a aprendizagem, já que você poderá estudar onde quiser e no horário que desejar. A adequação à sua rotina garante um melhor aprendizado, já que você terá conforto.

Conteúdo

Já demonstramos que há a grande vantagem de você aprender só as receitas de sucesso em vendas. Desconheço qualquer curso que faça isso. Outra vantagem é a ajudinha da Marcia Tozo com as futuras receitas. Sempre que ela descobre um novo sabor, que foi aprovado pelo público e gerou lucro, ela avisa os alunos. É mole? Assim você mantém seu cardápio sempre atualizado.

Parte técnica

Todos os grandes confeiteiros do mundo têm dicas e truques, como você deve saber. Muitas das suas técnicas são reveladas no curso. Isso torna mais fácil a preparação de receitas, e a aprovação do público é garantida.

      Bônus especiais


    O bônus oferecido por Marcia também é uma “mão na roda”. Todo o trabalho com rótulo e embalagem pode ser poupado. O curso vem com etiquetas e tags exclusivas para facilitar a produção e melhorar as vendas, dando uma bela cara ao produto. As etiquetas já vêm com o nome das receitas. Você só precisará imprimir na sua casa ou em uma gráfica. Além disso, ela lhe enviará uma planilha para você fazer o cálculo do custo dos bolos e quanto irá ganhar de lucro.

    Garantia incondicional

Uma grande vantagem do curso é a possibilidade de desistência da compra. Ou seja, você não precisa temer quanto à qualidade do conteúdo. Marcia confia tanto no seu material, segundo ela mesma, que oferece 30 dias de garantia incondicional, sem multas, nem taxas de devolução. Assim, você se sente absolutamente seguro do que está fazendo, pois trata-se de um ótimo negócio.

Renda

O lucro é a maior vantagem do curso de fazer bolos no pote. Não que outros cursos não proporcionem o lucro, mas os alunos da Marcia estão ganhando entre 3 e 5 mil reais por mês. Por isso é o mais conceituado que você achará na internet.


Autora

Marcia Tozo é uma confeiteira experiente e que sabe explicar. Ela se especializou no preparo de receitas práticas, saborosas e lucrativas. O seu trabalho é feito com dedicação, paixão e amor, e isso o diferencia. Ela mesmo se refere ao trabalho como “Mundo Açucarado”.

Veja Marcia Tozo apresentando o curso:



Dados técnicos do curso

Preço

O preço do curso é é 139,00, MAS, como eu disse anteriormente, há um valor promocional, que é de apenas 79,00.

Como fazer para comprar?

Diretamente na página da autora, nesse link. O pagamento pode ser feito por boleto, Paypal ou cartões Visa, Mastercard, American Express e Hipercard.

Dúvidas?

Se você ainda tem dúvidas ou deseja saber mais, acesse a página do curso clicando aqui.


Leia também:



Comidas típicas de Natal pelo mundo

comidas natalinas dos países


Não é difícil pensar em comidas natalinas. Quando se fala em Natal, além dos bons sentimentos que a tradição nos lega, trazemos à mente os saborosos pratos do nosso país. Mas e as comidas típicas de Natal pelo mundo? Você as conhece? Sabe de algum prato que é comido em países que não falam a língua portuguesa? Vamos conhecer alguns aqui. 

O Natal é celebrado no mundo todo, e de várias formas. Se você já leu nossa postagem sobre os pratos típicos natalinos do Brasil viu que no cristianismo é comum a incorporação de elementos locais dentro da tradição. E com o Natal, que é uma das datas mais importantes do Ocidente, não foi diferente. 

Sendo assim, cada país possui sabores únicos, que colaboram para a tradição universal que antecede o nascimento do Deus Menino. Vamos conhecer um pouco dessas delícias?

Alemanha

Assim como em muitos países, a festa de Natal alemã começa no dia 6 de dezembro. Inicia-se a preparação com a confecção de presentes, lembranças, decorações e a feitura de doces saborosos. As crianças escrevem cartinhas para Christkind, um anjo que traz presentes. As árvores levam grinaldas para esperar o Papai Noel.

Früchtebrot 

É o “panetone” dos alemães. Assim como o pão italiano, esse prato é doce e recheado com frutas. Ele é apreciado fresco na manhã de Natal,e possui um sabor de mel. 

Pão alemão de Natal


Pfeffernüsse 

Essa bolachinha é uma tradição em toda a Alemanha. À primeira vista lembra o pão de mel brasileiro, que é coberto com glacê. Mas diferente deste, o cookie Pfeffernüsse é coberto com açúcar refinado e leva especiarias saborosas na preparação.

Cookie natalino da Alemanha


Glühwein

Trata-se de uma bebida, uma espécie de vinho especial que pode ser comprado nos mercados da Alemanha no período de Natal. Feito com cravo, limão e canela, o Glühwein é apreciado quente.

Bebida do Natal alemão




Austrália

Assim como no Brasil, na Austrália o Natal chega em uma das épocas mais quentes do ano. Os australianos comem churrascos ao ar livre e frutos do mar locais no almoço de Natal. As famílias penduram enfeites natalinos nas casas, mas passam a maior parte do tempo fora comemorando.

Pavlova Merengue com frutas

A receita pode levar quiuí, framboesas, banana e maracujá. Seu exterior é crocante, e o interior é macio. Os sabores dessas frutas de verão combinam muito com o Natal australiano.

Prato natalino australiano


Sugar Plum Pudding with Anise e Cajeta

A tradução é “pudim de açúcar e ameixa com anis e cajeta”. Feito com caramelo, esse é um dos pratos que não faltam na mesa de Natal australiana.


Christmas Mince Pies

Herdado da Grã-Bretanha, essas pequenas tortinhas de frutas são ótimas opções para a pré-ceia de Natal. Na Austrália não há quem resista a elas.

Tortinha natalina da Austrália



Canadá

O Canadá incorpora culturas distintas em tudo o que fazem, como já vimos aqui no blog. No Natal não é diferente. Algumas famílias comemoram no estilo inglês, outras à maneira francesa e outras de acordo com a tradição alemã. Mas o fato é que, independentemente da herança praticada, sempre a quantidade de comidas consumidas é muita.

Cookies Shortbread

É um dos cookies favoritos dos canadenses. De preparado muito rápido, essa receita faz a alegria das crianças no Natal.

Comida do Natal canadense

Nanaimo Bars 

Uma espécie de bolo – em barra – com três camadas. A primeira base possui uma parte crocante e doce, no meio há um creme saboroso, e a cobertura possui a quantia ideal de chocolate para qualquer amante do doce.

Barra natalina da Austrália




França

O Natal na França começa no dia 6 de dezembro. Lá é chamado de Noel e, por ser uma data muito especial, há 12 dias de férias antes da celebração. Os franceses fazem reuniões familiares, muitas festas e um jantar, que, seguindo a tradição latina, pode começar antes ou depois da Missa do Galo. Isto é, no início do Natal ou na Véspera dele.

Bûche de Noël

É um tipo de bolo em forma de tronco, ou toras, de madeira. É um clássico do país, e, além de ser saboroso, é uma ótima decoração para a mesa de Natal. O prato típico também simboliza a temporada de férias.

Comida típica natalina da França


Punitions 

São espécies de bolachinhas doces muito fáceis de fazer, e que as crianças adoram. Na hora da preparação, o cheiro se espalha pela casa, que traz à memória dos australianos as lembranças natalinas da infância.

Prato francês de natal




Grécia

Assim como na maioria dos países, o Natal grego é uma data para celebrar com a família. A religião é ainda mais importante na data grega. Como no Brasil, as famílias vão à missa da meia-noite antes da Ceia. Para manter os maus espíritos afastados – os Killantzaroi -, os gregos penduram raminhos de manjericão nas casas.

Kourabiedes

Esses pãezinhos muito saborosos levam extrato de amêndoa que lhes caracteriza. São revestidos com muito açúcar refinado, que deixa o sabor ainda melhor. Uma das suas grandes qualidades é a massa, que derrete na boca.

Prato típico natalino da Grécia


Christopsomo

Um pão doce muito parecido com o Panetone, que é conhecido como “Pão de Cristo”. Ele é feito na noite de Natal com os melhores ingredientes. Por isso, antes mesmo da Ceia, ele já desaparece da mesa.

Comida tradicional natalina


Baklava

Trata-se de um prato clássico da Grécia, que no Natal ganha uma importância ainda maior. Ele capta o espírito de férias no país e do Natal com seus sabores doces.

Prato grego de Natal




Itália

O clima natalino já começa em festas anteriores, dedicadas a santos importantes para os italianos. A família é foco nesse período. Crianças de muitos países enviam cartas para o Papai Noel, na Itália elas escrevem para seus próprios pais.

Amaretti

Esse prato é simples de se fazer e por isso está sempre presente na mesa de Natal. O ingrediente principal é a amêndoa, que dá a esses biscoitos um sabor leve. Eles combinam perfeitamente com essa época do ano.

Prato típico da Itália

Panettone

O pão doce com frutas cristalizadas é um velho conhecido dos brasileiros. Parecido com um muffin, possui um sabor único. Há, hoje, muitas variações no mercado, como com chocolate trufado e com recheio de doce de leite.

Pão natalino da Itália


Struffoli

São bolinhas de massa fritas que levam raspa de limão e avelã. Podem ser comidas com outras delícias. O fato é que, no Natal, todos comem muito Struffoli.

Pratos típicos italianos




México

A data do Natal é diferente no México. Ela começa no dia 12 de dezembro e vai até 6 de janeiro. As crianças realizam performances, chamadas Posadas, que contam a história de José e Maria.Elas só recebem seu presente no último dia, quando é comemorado El Día de los Reyes. Nessa data a alimentação é o ponto mais importante. 

Bacalao

Um prato um tanto diferente dos demais consumidos no mundo no Natal. É feito com bacalhau salgado e leva especiarias e vegetais que são a cara do México.

Prato mexicano de Natal


Tamales

Não podia faltar sabores picantes no Natal, que são a marca registrada do país. É um prato clássico que dá um pouco de trabalho, mas que, como vale a pena, os mexicanos jamais dispensam.

Comida típica natalina


Bolas de nieve

Parecem uma versão de cookie de manteiga, mas o sabor é diferente de qualquer outro. Levam nozes e gotas de chocolate cozido.

                                 Prato de Natal no México


Polônia

O Natal inicia com o Advento, e é uma época para refletir, de modo simples, o significado do feriado. Os poloneses mantêm jejum na véspera até quando a primeira estrela aponta no céu. Fazem então um grande banquete para amigos e famílias, que é chamado de Wigilia.

Chrusciki

São bolinhos fritos em forma de laços, muito parecido como o famoso “cueca virada” brasileiro. A preparação leva laranja, creme azedo e um pouquinho de uísque. Depois, acrescentam açúcar para deixá-lo ainda mais saboroso.



Makowiec

É um bolo recheado com sementes de papoula. É úmido e bastante doce, e é comido como uma sobremesa para as férias.


Rússia

Os russos também comemoram o Natal no dia 25 de dezembro, mas, como eles seguem o calendário juliano, a data cai no dia 7 de janeiro dos países católicos romanos. A celebração se inicia no nosso dia 31 de dezembro, e vai até o dia 10. Assim como na Polônia, um jejum acontece até a primeira estrela surgir no céu. Em seguida, a família se alimenta em uma tigela única, como simbolo da unidade.

Bolinhos do chá do russos

Feitos com manteiga e nozes, são açucarados e lembram o pão de mel brasileiro. 


Comida natalina



Russian Korolevsky (Bolo de Reis)

Esse bolo, que as crianças adoram, possui três camadas. São utilizadas sementes de papoula para agregar uma textura distinta a esse saboroso doce.

Bolo natalino russo


Suécia

Antes mesmo do Natal chegar, os suecos comemoram uma das grandes celebrações de férias, o Dia de Santa Lúcia, no dia 13 de dezembro. Na véspera do nascimento do Menino Jesus, há celebração, festa e troca de presentes. Há muita diversão, canto e júbilo. As crianças vestem-se de branco e carregam velas para celebrar o dia.


Swedish Meatballs

À primeira vista, o prato é apenas o “bolo de carne sueco”. Mas ele traz um sabor diferente, e por isso é um excelente complemento para o Natal. Para ter um gosto único, a receita leva de cebola a café expresso.



comidas típicas natalinas da Suécia


Risgrynsgröt

É uma espécie de arroz doce, mas com uma consistência mais próxima do pudim. Na finalização, também usam especiarias como canela.

                         Prato natalino sueco

Lussekatter

Esse bolinho é comido todos os anos no Dia de Santa Lúcia. Ele é úmido, macio e muito saboroso. Por isso, é difícil para os suecos aguardarem o ano para comê-los.

                                   Prato típico sueco de Natal


E o seu Natal?

Independentemente das diferenças locais – principalmente de horário – os alimentos têm importância primordial na celebração em qualquer lugar do mundo. O que importa nessa data é se lembrar do porquê a comemoramos.

Os sentimentos de renovação vêm à tona, mesmo após um ano difícil, porque absorvemos a certeza de vale a pena ter esperança. Porque não é todo dia que um Deus nasce, e, quando acontece, sabemos que tudo irá melhorar.

Feliz Natal e aproveite a refeição!


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As comidas típicas da Ceia de Natal no Brasil



As comidas típicas natalinas do Brasil poderiam agradar qualquer pessoa. Os alimentos usados nos pratos tradicionais incorporam ingredientes regionais, mas americanos e europeus provavelmente estariam satisfeitos nas festas de Natal brasileiras. As refeições agregam o espírito natalino de uma maneira deliciosamente única.


A data é comemorada em grande parte do mundo oriental e praticamente todo mundo ocidental. A tradição do catolicismo sempre foi incorporar elementos regionais – e até pagãos – quando os considera bons e que levam a Deus. Por isso, os países de formação cristã, em especial os latinos, possuem uma tradição gastronômica natalina que, ao mesmo tempo, é universal e original.


Influências

Em diversos países a Europa exerceu a influência principal na Ceia de Natal graças a colonização e a imigração. No Brasil, a herança europeia se misturou aos sabores tropicais e costumes locais e, juntos, colaboraram para enriquecer os sabores e acrescentaram uma deliciosa cor à mesa.

O Brasil segue, antes de tudo, a tradição ibérica recebida de Portugal. A refeição de Natal é o foco de toda preparação para as festividades. Os brasileiros comem tradicionalmente tarde da noite. A refeição pode ser antes ou depois da Missa do Galo, que só começa na meia-noite do dia 24 para 25, que anuncia o nascimento do Filho de Deus.


Comidas típicas natalinas

Assim como em muitos países da Europa, o jantar tradicional no Brasil é centrado no Peru de Natal. Mas, diferente dos outros países, no país sul-americano ele é servido com com ingredientes locais, como frutas exóticas. Existem muitas variedades de peru no Brasil, mas um em especial é o mais comum: o Chester

Prato principal do natal brasileiro



Essa ave é como um “super frango”, e por isso combina bem com as festas natalinas, nas quais toda a família se reúne. Ele ainda possui um sabor diferente, pois é muito mais suculento do que as outras aves. O Chester é maior e mais saboroso devido a uma série de cruzamento de estirpes de perus especiais.


Para aqueles que não gostam de Peru, sempre há alternativas deliciosas. Nas mesas há Pernil ou Vitela de Porco, que são recheados e assados, com ou sem osso, em um forno, que pode ser de madeira ou convencional. Isso garante muito sabor à carne.


No jantar natalino também são servidos outras frutas locais, arroz com condimentos especiais, salada, nozes e presunto. As frutas sempre têm lugar garantido, sobretudo as tropicais. Como no Brasil elas existem em abundância, é possível consegui-las por um preço muito baixo. 


Comidas da Ceia brasileira



No Sul comem-se alimentos herdados dos imigrantes que vieram para a região. O Strudel, um tipo de pastel da culinária alemã, é um exemplo. O Panetone também é uma das comidas típicas natalinas mais presentes nas ceias dos sulistas. Mas esse pão doce cristalizado da Itália é extremamente popular em todo o país. 


Comida típica do Natal



Em algumas regiões, principalmente no litoral brasileiro, é comum a alimentação com Bacalhau salgado. Outro prato que nunca falta nas mesas é a Rabanada, feito com pão e canela, muito parecido com as toast britânicas e francesas. 


Para fazer a Rabanada os brasileiros mergulham grossas fatias de pão fresco em uma mistura de leite e ovos batidos. Depois, fritam os pães na manteiga e cobrem-nos com xarope grosso feito de mel e canela. Esse prato pode ser comido o ano todo, mas é no Natal que ele ganha maior importância.


Comida do natal brasileiro


Qual é seu prato natalino favorito?

O Natal é o momento de renovar esperanças. E os alimentos colaboram para isso, uma vez que sentimos felizes e motivados depois de uma saborosa ceia. Na do brasileiro, existem muitos pratos deliciosos. Mas qual é o seu favorito? Comente nos contando e tenha um feliz Natal!


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Vender bolo no pote dá dinheiro? Sim, e muito!

O bolo no pote hoje é uma sensação, mas você sabia que a receita surgiu de um erro? A origem dessa delícia está nas criações de Cássia Peres, que, para evitar prejuízos com seu produto, colocou os bolos não apresentáveis em potes. Ela não imaginava que sua invenção conquistaria o público e elevaria seu negócio. Hoje é sua fonte de lucro e de muitas outras pessoas.

Pode de vidro dá dinheiro

Leia: A origem do bolo no pote

Para quem deseja investir em um novo negócio, ou fazer uma renda extra, os bolos no pode de vidro são uma excelente alternativa. Todo mundo gosta de bolo, ainda mais quando são bem apresentáveis. 

Se você aprecia exercer a sua criatividade, a ideia é perfeita para você, pois poderá testar novos sabores e novas formas de montar o produto. Há cursos de bolo no pote que ensinam desde a estruturação do negócio à rotulação dos potes. Mas e o lucro, vale a pena? Vamos fazer um exercício de cálculo para ver se você ganhará dinheiro com eles?


Então, vender bolo no pode dá lucro?

Dá lucro, sim, e pode dar muito lucro se você trabalhar com afinco e caprichar nos bolos. Há empreendedoras que lucram mais de 5 mil reais mensais com os bolos no pote. O que eu posso dizer é que, a princípio, seu lucro líquido passa dos 100%. Quer fazer um breve cálculo? Vamos lá. 


lucro de vendas


Não chegaremos a um valor real, já que você precisa pensar no público, ou seja, a quantia de pessoas que comprariam a princípio, numa eventual concorrência, na sua técnica, no quanto você gastou com ingredientes e potes e em diversos outros fatores.

Mas vamos imaginar um cenário hipotético, no qual você irá iniciar as vendas para adquirir uma renda extra, sem se importar com o mercado. Ou seja, você já tem uma renda fixa, e não poderá gastar seu tempo integral na produção e vendas. Começamos com um investimento baixo e um tempo de dedicação curto.

Alguns cálculos…

Com 50 reais você consegue fazer 20 bolos em potes de 250 ml. Suponhamos que você os venda a 6 reais cada bolo (é uma média de preço, pois você pode vender alguns por menos e outros por mais, a depender do sabor e da decoração). Seu lucro bruto será de 120 reais, e o lucro líquido de 70 reais. Ou seja, mais de 100%.  

Se vender por semana os 20 potes, você terá investido no fim do mês, além da mão de obra, 200 reais. Seu lucro líquido será de 280 reais. Compensa pelo trabalho, não? A depender da sua técnica, poderá cobrar muito mais. Se seu investimento for de 200 por semana, terá, no final do mês, um lucro líquido de R$ 1.120,00.

Então vou lucrar tudo isso?


Estamos trabalhando com hipóteses vagas aqui, é claro. Mas se você der o melhor de si, irá lucrar mais que isso! Leve em consideração o capricho que você terá com o bolo, o tempo gasto, o sabor, a embalagem, a entrega e o tamanho do pote. Além disso, há os preços dos ingredientes, que costumam variar em épocas de inflação.


Recomendo a você ler esses posts abaixo, nos quais dou mais instruções para você lucrar com bolo no pote. São estratégias de aprendizado, divulgação e vendas. Confira:


Pratos brasileiros: Bolo no pote

prato brasileiro


Muitas receitas famosas surgem de erros. Um exemplo é o Brownie, clássico prato típico da gastronomia dos Estados Unidos. Essa comida, muito parecida com bolo de chocolate, surgiu quando uma cozinheira se esqueceu de colocar fermento na massa do bolo que preparava.

Depois de assado, o bolo apresentou uma consistência duvidosa. O que ela fez? Disse que se tratava de uma nova receita, e isso conquistou todo mundo. 

Hoje milhares de pessoas fazem curso para bolo no pote e lucram muito dinheiro.


A origem do bolo no pote

Aconteceu a mesma coisa com o bolo no pote, hoje um sucesso em todos os cantos do Brasil – e até fora do país. Tudo começou com Cássia Peres, uma empresária paulista que comercializava os bolos que fazia. Certa vez ela percebeu que, estranhamente, muitos dos seus bolos ficavam murchos depois de assados, e sem motivo aparente. 

Mas, como as massas continuavam saborosas mesmo com a aparência disforme, para evitar o prejuízo ela passou a colocá-las em um pote transparente, recheando-as em camadas. A princípio, sua criação foi chamada de “bolo de vidro”. 

Depois do erro, o sucesso


Acontece que essa “criação” tipicamente brasileira se tornou um sucesso e virou uma grande estratégia de marketing para seu negócio. A receita se popularizou e muitas outras pessoas começaram a fazer dinheiro com a novidade. 

Hoje em dia é possível encontrar vários tipos de potes, com muitos bolos diferentes, em quase todos os lugares do país. A receita de bolo no pote promete ser uma das grandes receitas típicas brasileiras. Leia os posts abaixo para entender melhor por que essa delícia está rendendo muito dinheiro a produtores.


Saiba mais:

Gastronomia da Austrália: Pratos típicos

Culinária da Austrália
Os pratos típicos que compõem a gastronomia da Austrália misturam ingredientes indígenas com coloniais. As comidas dos nativos, aborígenes que habitam a região há 40 ou 60 mil anos, comiam o que era proveniente de coleta e caça. Entre 1788 a 1900, o território passou a ser uma das colônias da Inglaterra

A união de ingleses, aborígenes e imigrantes de outros países, que chegaram mais tarde, formou a cultura da Austrália. A partir do pós-Guerra, a gastronomia do país ganhou outras influências, com  a vinda de novos estrangeiros. Habitantes de países da Ásia Ocidental e do Mediterrâneo mudaram-se para a lá e levaram consigo novas maneiras de se alimentar, novos ingredientes e novos pratos.

No início do século 21 a culinária da Austrália se modificou novamente. Assim como aconteceu em outros países, sua gastronomia tornou-se globalizada. Comidas orgânicas passaram a ser mais valorizadas, e o interesse por alimentos nativos aumentou. Mas, evidentemente, a base da alimentação australiana continua inglesa, com carne assada (que é, hoje, a especialidade dos australianos), tortas de carne e peixe com fritas, por exemplo.

O turista encontra, próximos aos pontos turísticos da Austrália, restaurantes dos mais variados tipos, que oferecem tanto gastronomia local como estrangeira. O comércio de alimentos possui pratos tradicionais, contemporâneos e reinterpretados. O turista poderá experimentar o melhor da culinária popular, da alta cozinha e ainda saborear as fusões com influências exóticas. Essas adaptações e misturas estão incluídas na chamada Gastronomia Australiana Moderna.

Descubra agora o que os australianos comem.

Bushfood e comida nativa

comida nativa australiana

Os australianos chamam de bush tucker – conhecido em outros países como bush food – qualquer alimento utilizado pelos aborígenes. Entre as frutas, por exemplo, incluem-se kakadu lime, cedar bay cherry, blue tongue, lady apple e tanjong. Entre os vegetais, round yam, native kang kong, sea almond e native basil. Os nativos, evidentemente, também consumiam animais. Era comum a caça de cangurus, wallaby e emu. Além disso, comiam também lagartas, cobras, larvas witchetty e bogong moth (uma espécie de traça nativa).

Bebidas típicas

Billy Tea

Chá australiano

Uma das bebidas mais icônicas da Austrália é o Billy Tea, um chá preparado com folhas de eucalipto ou limão. A bebida foi uma das mais tomadas no período colonial, e era preparada em fogueiras de acampamentos.

Vinho

A Austrália é o quarto maior produtor de vinho do mundo, o que contribui anualmente com mais de 5 bilhões de dólares para sua economia. No século 21, os australianos tomaram 500 milhões de litros de vinho por ano. No país existem mais de 60 regiões vinícolas, localizadas em todo o estados do país, somando mais de 160 mil hectares de produção.

Cerveja

A cerveja é consumida no país desde o período colonial. A primeira cervejaria comercial da Austrália, a Cascade Brewery, foi fundada por James Squire no ano de 1788, em Hobart, na Tasmania. A partir dos anos 70 muitos cervejarias australianas passaram a exportar para o mundo todo, tornando as cervejas locais mais conhecidas. A mais famosa delas é a Fosters.

Rum

Outra bebida muito apreciada pela população local é o rum. Os australianos gostam e valorizam essa bebida ao ponto de terem usado-a como moeda de troca durante os séculos 18 e 19, quando faltavam moedas metálicas.

Café

Embora a colonização tenha sido realizada pela Inglaterra, país que prefere o chá, os australianos optaram pelo café. Das vendas de bebidas, apenas 2,5 % é de chá. A tradição do café australiano é reconhecida mundialmente. O desenvolvimento do cultivo se deu não pelas grandes cadeias, mais por produtores independentes, principalmente gregos e italianos. Desde o início do século 20, quando começaram a imigrar para a Austrália, a produção de café tem crescido na região. 

Peixes e frutos do mar

São extremamente importantes para a culinária australiana, já que o país possui a terceira maior área de pesca do mundo, com 11 milhões de quilômetros. A produção local captura mais de 60 espécies para o consumo, como ostras, mexilhão e filé. Entre as principais pescas consumidas pelos habitantes estão atum, salmão, camarão, lagosta e abalone. 

Frutas

A Austrália possui muitas frutas nativas, que são utilizadas em pratos de restaurantes e na produção de conservas. No entanto, elas não são muitos conhecidas pelos australianos devido à baixa disponibilidade. Entre essas frutas estão quandong (pêssego nativo), wattleseed, muntries, illawarra plums, riberry, lilli pillies e natives raspberries. 

Os australianos utilizam muita fruta nos pratos, embora o maior consumo seja delas frescas, em qualquer hora do dia. Eles as comem com calda de açúcar, com baunilha, cravo e cascas de frutas cítricas. Também costumam fazer saladas de frutas, um dos pratos preferidos da população. Os australianos ainda as utilizam no café da manhã, em sobremesa, assados, tortas, doces e bolos.

Comidas típicas da Austrália

Brownie Australiano

prato típico da australia

É uma espécie de bolo feito sem fermento. Apesar do brownie ter sido criado nos Estados Unidos, existem diversas versões da receita ao redor do mundo. A Austrália também possui uma forma específica de prepará-lo, com chocolate em pó, chocolate ao leite, baunilha e macadâmias picadas.

Carne de Carneiro Assada

Carne assada

A carne de carneiro é a mais consumida pelos australianos, e por isso está presente em muitas receitas. Um dos pratos típicos mais famosos é o carneiro assado, que é servido com batatas, ervilhas, cenouras e outros legumes. O carneiro também leva um molho especial, chamado gravy. Os australianos costumam fazer esse tipo de churrasco em parques ou praças, onde podem se confraternizar.

Costelinha com Molho Barbecue

Australian food

Devido à cultura colonizadora, os australianos são grandes apreciadores do molho barbecue. Um dos seus pratos mais famosos, a costela ao molho, tem o barbecue como um dos seus principais ingredientes. A costela é cozida e o molho é então acrescentado por cima. Por vezes a receita leva molho inglês, catchup, açúcar mascavo, chili, cebola e vinagre de vinho branco. O prato pode ser servido com batatas e cebola grelhada.

Damper

Pão australiano

O damper é o pão mais tradicional da Austrália. Foi criada por andarilhos (swagman) que viajavam longas distâncias em busca de oportunidades no período da Grande Depressão. Eles utilizavam apenas farinha de trigo, água e sal, e colocavam o pão diretamente na brasa. Era a maneira que se adequava às suas condições, já que os pães tradicionais eram, para aqueles homens, muito complexos de se fazer e se armazenar.

Filé de Atum Grelhado

peixe australiano

O atum está entre os vários peixes consumidos em larga escala pelos australianos. Um dos pratos típicos do país é o Filé de Atum Grelhado. O peixe é temperado com dois molhos, cada um feito de uma maneira. Um é preparado com anchovas e alcaparras, enquanto o outro leva cebola, manjericão e tomate.

Pavlova

prato da Austrália

Trata-se de um bolo de merengue coberto com creme e frutas como morango, quiuí e maracujá. A princípio era um prato de merengue simples, mas novos ingredientes foram adicionados mais tarde, como farinha de milho, vinagre e ovos. Isso garantiu mais maciez à massa. A Pavlova também está entre os mais conhecidos pratos típicos da Nova Zelândia, e, embora se achasse que a criação fosse australiana, recentemente descobriram que o prato (ou uma versão dele) fora criado ao mesmo tempo pelos neo-zelandeses.

Peixe Frito com Batata

australian fish and tips

O tradicional “fish and chips” da culinária inglesa foi levado pelos primeiros imigrantes que se mudaram para a Austrália. Esse prato pode ser encontrado em quase todos os restaurantes e lanchonetes do país. Normalmente é apreciado junto com uma cerveja bem gelada.

Purê australiano

Austrália

O purê de batatas ao modo australiano é servido como acompanhamento para diversos pratos. Na preparação são utilizados ingredientes incomuns ao purê brasileiro, como alho e noz-moscada. A batata, depois de amassada, é misturada ao alho frito na manteiga, enquanto a noz-moscada é acrescentada em pitadas depois que o purê está pronto.

Torta de Carne

Australian meat pie

Assim como seus principais colonizadores, os australianos adoram tortas de diferentes tipos. A Torta de Carne é certamente a mais tradicional da Austrália, e pode ser encontrada na maioria dos restaurantes do país. É um prato muito apreciado pelos turistas brasileiros, já que possui um sabor muito próximo ao das nossas tortas.

Vegemite

Australian food

É uma pasta preparada com extrato de levedura de cerveja. Os australianos a passam nos pães quando preparam sanduíches e torradas. Vegemite é o nome da marca que produz a receita, que foi criada em 1923 por um técnico de alimentação. Possui um sabor salgado muito característico. A pasta também é consumida em qualquer lugar onde há uma grande comunidade de australianos, como em Londres, e também na Nova Zelândia.

Deixe seu comentário e compartilhe esse post nas redes sociais. Em breve postaremos algumas receitas da Austrália pra você preparar na sua casa.

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