Be yourself; Everyone else is already taken.
— Oscar Wilde.
This is the first post on my new blog. I’m just getting this new blog going, so stay tuned for more. Subscribe below to get notified when I post new updates.
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This is an example post, originally published as part of Blogging University. Enroll in one of our ten programs, and start your blog right.
You’re going to publish a post today. Don’t worry about how your blog looks. Don’t worry if you haven’t given it a name yet, or you’re feeling overwhelmed. Just click the “New Post” button, and tell us why you’re here.
Why do this?
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To help you get started, here are a few questions:
You’re not locked into any of this; one of the wonderful things about blogs is how they constantly evolve as we learn, grow, and interact with one another — but it’s good to know where and why you started, and articulating your goals may just give you a few other post ideas.
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Herdamos uma culinária indígena incrível no Brasil, e nem todos sabem o valor desses pratos típicos. Muitos deles comemos com frequência, e as comidas indígenas que utilizamos no cotidiano são extremamente saborosas. Os pratos típicos levam os mais variados alimentos, de raízes a frutas, de farinhas a peixes. Você certamente já fez uma receita indígena ou comeu algum prato que foi influenciado pela cultura dos nativos, como é o caso da querida tapioca.
Nesse artigo falaremos sobre quais pratos existem na nossa culinária por influência da alimentação indígena. Também traremos alguns nomes e pratos típicos puramente indígenas, além de algumas curiosidades sobre a gastronomia indígena.
A alimentação indígena chamou atenção dos europeus logo que eles chegaram no Brasil. Diversos cronistas do passado mencionaram a culinária indígena, seus alimentos e formas de preparo. Além do choque que tiveram ao se deparar com tripos antropófagas (canibais), eles deixaram registrado muitos alimentos consumidos pelos nativos.
Já nas primeiras crônicas fala-se muito em amendoim, castanha de caju, milho assado com carne, feijão de todos os tipos, cará, rãs, caranguejos, mariscos. Hans Staden, alemão que passou pelo Brasil no século XVI, descrevia a farinha de mandioca, o peixe e a carne feita com pimenta vermelha, além do mel silvestre e uma bebida feita com aipim.
Jean de Léry, francês do século XVII, também mencionou a farinha, mas a relacionando ao milho, bem como pimenta pilada no sal e bananas da terra.
Esses escritores mostram que já naquela época a base da culinária dos índios eram alimentos que influenciaram fortemente a gastronomia brasileira.
Não se sabe ao certo as reais origens da canjica, também conhecida como mungunzá em algumas regiões do Brasil. É certo que se trata de um prato consumido pelos indígenas, provavelmente os tupinambás. Feita com milho, dizem que era consumido puro, até os portugueses acrescentarem leite, açúcar e canela.
Os indígenas americanos preparam uma bebida através de um processo de fermenação. Eles utilizam milho, caju, jabuticaba, macaxeira, jenipapo e mangaba.
Também chamado de cahoi, é uma espécie de vinho, feito a partir da fermentação da mandioca ou do milho, que eram misturados a sucos de frutas. O alimento principal era cozinhado, mastigado e recozido para obter a fermentação. Dessa forma, as enzimas presentes na saliva humana quebram o amido de açúcar fermentável.
Os índios Macuxi, que vivem na região de Roraima, preparam o Caxiri através da mandioca braba. Ela passa por um processo de purificação, e em seguida perde sua casca para passar em um ralo. Obtém-se então uma massa pastosa, que é misturada com água. Essa bebida é preparada apenas pelas mulheres da tribo.
Os alimentos indígenas podem ser separados em seis categorias relacionadas à antropologia. Segundo o pesquisador paraense Abguar Bastos, esses alimentos divedem-se em Mágicos, de Resguardo, Compensatórios, Interditos, Sagrados e Privativos. Vamos entender cada um deles.
Os alimentos mágicos podem ser comidos por índios ou separados para que os espíritos os comam. No primeiro caso, o objetivo é conseguir realizar algo com ajuda do alimento. Por exemplo, caçadores de algumas tribos costumam ingerir infusões de vegetais para capturar determinado animal. No segundo caso, o pajé separa uma parte do alimento para que os espíritos possam se alimentar.
Esses são consumidos em determinado processo de passagem de um estado social a outro. É normalmente um rito, uma cerimônia em que o indígena assumirá outra posição dentro da tribo, como nos casos de casamento. Essas comidas são ingeridas apenas nesses períodos porque os indígenas acreditam que, fora do rito de passagem, elas trariam consequências negativas para a pessoa. Por isso são comidos apenas em nascimentos, gestação, matrimônios e funerais.
São alimentos que os indíos não comem. Ou seja, eles são proibidos em algumas tribos por uma razão mitológica. Em grande parte das vezes os índios acreditam que o animal foi um humano em outros tempos, e por isso lhe devem respeito. Há outros casos, como acontece com os Kaingang do sul do Brasil, que não comem tamanduás porque, para eles, foi este animal que os ensinou a cantar e a dançar, e por isso lhe devem gratidão.
Os indígenas separam certos alimentos que só uma parte da comunidade pode consumir. Os Suyá, do Mato Grosso, por exemplo, dedicam os miúdos da anta apenas para os homens. É o caso também dos Erigpagtsá, que reservam a cabeça dos macacos e porcos dos matos para os homens.
São alimentos oferecidos como agrado, presente ou recompensa. Normalmente o indío realizou uma tarefa difícil, como a construção de uma oca. É uma forma de fortalecer os laços entre os indígenas e as famílias.
Os indígenas consomem os Alimentos Sagrados para serem influenciados espiritualmente por eles. Também podem estar relacionados a ritos de passagem, como a Kariana, um rito de puberdade no qual as meninas consomem um prato feito com pimenta, peixe cozido e defumado. No Amazonas, a tribo dos Marubo canta sobre um pote de mingau para oferecer a doentes, pois segundo eles o canto sagrado irá tirar a doença do enfermo.
Continentes:
Reza a tradição que a sopa de lentilha traz prosperidade e fortuna, e por isso ela é servida como prato típico da ceia de Ano Novo. Também faz parte do ritual de boa sorte, que é enterrar um grão de lentilha. Muitos pés da planta crescerão, o que mostra o quanto esse alimento representa bonança.
A farofa não pode faltar em nenhuma ceia brasileira. Feita com ingredientes especiais, como bacon em cubinhos, uva passa, milho entre outros, ela deixa as refeições de fim de ano com um toque especial.
Outro ingrediente da tradição para um ótimo ano é o cacho de uva na mesa para a hora da virada do ano. Ele promete trazer felicidade e sorte para quem o consome.
Em tempos de crise é preciso se virar para não ficar “no vermelho”. Não são poucas as pessoas que decidem iniciar um “Plano B”, seja para complementar a renda mensal, seja para mudar de ramo. E também não é pequeno o número daqueles quem têm sucesso. Muitos saem da crise e ainda passam a ganhar muito mais.
É complicado fazer investimentos ou abrir um negócio novo. A crise nos aperta, e precisamos realizar algo que seja de baixo custo, mas com alto retorno. Algo que, a princípio, ao menos cubra as contas que você não consegue pagar no final do mês. E é por isso que, cada vez mais, o curso de bolo no pote online faz sucesso.
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Porque essa é uma das maneiras mais simples de ganhar dinheiro e um dos investimentos mais baixos. Já tratamos disso no nosso site, e inclusive abordamos se vale a pena começar a vender bolos no pote. Fizemos um cálculo baseado em uma média, e percebemos que o lucro é mais de 100%! Você pode ler esse artigo no link abaixo:
Como uma forma de complementar o artigo publicado sobre o tema, já que muitas pessoas têm dúvidas, hoje vou falar do curso que considero o melhor para quem deseja entrar no negócio. Além disso, abordo o tema porque descobri que este curso está com um valor promocional, e quero ajudar os leitores e leitoras que demonstraram interesse no ramo. Vamos analisar o curso?
O curso é elaborado pela especialista Marcia Tozo, e traz receitas voltadas para as vendas. São bolos, tortas e naked cakes especiais. Ou seja, você não precisará testar os sabores e as formas de montagem que o público mais gosta. Baseado em anos de experiência de vendas, a autora conseguiu reunir, em um e-book, os doces mais pedidos no momento. Ela também escreveu de uma forma simples e fácil de aprender.
O cálculo da autora do curso online é muito aproximado do que fizemos, pois ela afirma que as pessoas que adquiriam o curso passaram a lucrar mais de 5 mil reais por mês no próprio negócio.
Márcia Tozo promete que o curso será um divisor de água na sua vida. Vamos analisar cada aspecto do curso de bolo no pode para ver as vantagens e saber se ela tem razão? Acompanhe:
A primeira grande vantagem é o suporte. A própria Marcia Tozo se dispõe a responder, durante 24 horas, todas as dúvidas dos alunos. Além disso, você pode contatá-la em múltiplos canais: e-mail, Facebook e hatsapp.
Não há como dizer que o curso não é flexível, pois ele é 100% digital. Isso facilita a aprendizagem, já que você poderá estudar onde quiser e no horário que desejar. A adequação à sua rotina garante um melhor aprendizado, já que você terá conforto.
Já demonstramos que há a grande vantagem de você aprender só as receitas de sucesso em vendas. Desconheço qualquer curso que faça isso. Outra vantagem é a ajudinha da Marcia Tozo com as futuras receitas. Sempre que ela descobre um novo sabor, que foi aprovado pelo público e gerou lucro, ela avisa os alunos. É mole? Assim você mantém seu cardápio sempre atualizado.
Todos os grandes confeiteiros do mundo têm dicas e truques, como você deve saber. Muitas das suas técnicas são reveladas no curso. Isso torna mais fácil a preparação de receitas, e a aprovação do público é garantida.
Uma grande vantagem do curso é a possibilidade de desistência da compra. Ou seja, você não precisa temer quanto à qualidade do conteúdo. Marcia confia tanto no seu material, segundo ela mesma, que oferece 30 dias de garantia incondicional, sem multas, nem taxas de devolução. Assim, você se sente absolutamente seguro do que está fazendo, pois trata-se de um ótimo negócio.
O lucro é a maior vantagem do curso de fazer bolos no pote. Não que outros cursos não proporcionem o lucro, mas os alunos da Marcia estão ganhando entre 3 e 5 mil reais por mês. Por isso é o mais conceituado que você achará na internet.
Marcia Tozo é uma confeiteira experiente e que sabe explicar. Ela se especializou no preparo de receitas práticas, saborosas e lucrativas. O seu trabalho é feito com dedicação, paixão e amor, e isso o diferencia. Ela mesmo se refere ao trabalho como “Mundo Açucarado”.
Veja Marcia Tozo apresentando o curso:
O preço do curso é é 139,00, MAS, como eu disse anteriormente, há um valor promocional, que é de apenas 79,00.
Diretamente na página da autora, nesse link. O pagamento pode ser feito por boleto, Paypal ou cartões Visa, Mastercard, American Express e Hipercard.
Se você ainda tem dúvidas ou deseja saber mais, acesse a página do curso clicando aqui.
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Não é difícil pensar em comidas natalinas. Quando se fala em Natal, além dos bons sentimentos que a tradição nos lega, trazemos à mente os saborosos pratos do nosso país. Mas e as comidas típicas de Natal pelo mundo? Você as conhece? Sabe de algum prato que é comido em países que não falam a língua portuguesa? Vamos conhecer alguns aqui.
O Natal é celebrado no mundo todo, e de várias formas. Se você já leu nossa postagem sobre os pratos típicos natalinos do Brasil viu que no cristianismo é comum a incorporação de elementos locais dentro da tradição. E com o Natal, que é uma das datas mais importantes do Ocidente, não foi diferente.
Sendo assim, cada país possui sabores únicos, que colaboram para a tradição universal que antecede o nascimento do Deus Menino. Vamos conhecer um pouco dessas delícias?
Assim como em muitos países, a festa de Natal alemã começa no dia 6 de dezembro. Inicia-se a preparação com a confecção de presentes, lembranças, decorações e a feitura de doces saborosos. As crianças escrevem cartinhas para Christkind, um anjo que traz presentes. As árvores levam grinaldas para esperar o Papai Noel.
É o “panetone” dos alemães. Assim como o pão italiano, esse prato é doce e recheado com frutas. Ele é apreciado fresco na manhã de Natal,e possui um sabor de mel.
Essa bolachinha é uma tradição em toda a Alemanha. À primeira vista lembra o pão de mel brasileiro, que é coberto com glacê. Mas diferente deste, o cookie Pfeffernüsse é coberto com açúcar refinado e leva especiarias saborosas na preparação.
Trata-se de uma bebida, uma espécie de vinho especial que pode ser comprado nos mercados da Alemanha no período de Natal. Feito com cravo, limão e canela, o Glühwein é apreciado quente.
Assim como no Brasil, na Austrália o Natal chega em uma das épocas mais quentes do ano. Os australianos comem churrascos ao ar livre e frutos do mar locais no almoço de Natal. As famílias penduram enfeites natalinos nas casas, mas passam a maior parte do tempo fora comemorando.
A receita pode levar quiuí, framboesas, banana e maracujá. Seu exterior é crocante, e o interior é macio. Os sabores dessas frutas de verão combinam muito com o Natal australiano.
A tradução é “pudim de açúcar e ameixa com anis e cajeta”. Feito com caramelo, esse é um dos pratos que não faltam na mesa de Natal australiana.
Herdado da Grã-Bretanha, essas pequenas tortinhas de frutas são ótimas opções para a pré-ceia de Natal. Na Austrália não há quem resista a elas.
O Canadá incorpora culturas distintas em tudo o que fazem, como já vimos aqui no blog. No Natal não é diferente. Algumas famílias comemoram no estilo inglês, outras à maneira francesa e outras de acordo com a tradição alemã. Mas o fato é que, independentemente da herança praticada, sempre a quantidade de comidas consumidas é muita.
É um dos cookies favoritos dos canadenses. De preparado muito rápido, essa receita faz a alegria das crianças no Natal.
Uma espécie de bolo – em barra – com três camadas. A primeira base possui uma parte crocante e doce, no meio há um creme saboroso, e a cobertura possui a quantia ideal de chocolate para qualquer amante do doce.
O Natal na França começa no dia 6 de dezembro. Lá é chamado de Noel e, por ser uma data muito especial, há 12 dias de férias antes da celebração. Os franceses fazem reuniões familiares, muitas festas e um jantar, que, seguindo a tradição latina, pode começar antes ou depois da Missa do Galo. Isto é, no início do Natal ou na Véspera dele.
É um tipo de bolo em forma de tronco, ou toras, de madeira. É um clássico do país, e, além de ser saboroso, é uma ótima decoração para a mesa de Natal. O prato típico também simboliza a temporada de férias.
São espécies de bolachinhas doces muito fáceis de fazer, e que as crianças adoram. Na hora da preparação, o cheiro se espalha pela casa, que traz à memória dos australianos as lembranças natalinas da infância.
Assim como na maioria dos países, o Natal grego é uma data para celebrar com a família. A religião é ainda mais importante na data grega. Como no Brasil, as famílias vão à missa da meia-noite antes da Ceia. Para manter os maus espíritos afastados – os Killantzaroi -, os gregos penduram raminhos de manjericão nas casas.
Esses pãezinhos muito saborosos levam extrato de amêndoa que lhes caracteriza. São revestidos com muito açúcar refinado, que deixa o sabor ainda melhor. Uma das suas grandes qualidades é a massa, que derrete na boca.
Um pão doce muito parecido com o Panetone, que é conhecido como “Pão de Cristo”. Ele é feito na noite de Natal com os melhores ingredientes. Por isso, antes mesmo da Ceia, ele já desaparece da mesa.
Trata-se de um prato clássico da Grécia, que no Natal ganha uma importância ainda maior. Ele capta o espírito de férias no país e do Natal com seus sabores doces.
O clima natalino já começa em festas anteriores, dedicadas a santos importantes para os italianos. A família é foco nesse período. Crianças de muitos países enviam cartas para o Papai Noel, na Itália elas escrevem para seus próprios pais.
Esse prato é simples de se fazer e por isso está sempre presente na mesa de Natal. O ingrediente principal é a amêndoa, que dá a esses biscoitos um sabor leve. Eles combinam perfeitamente com essa época do ano.
O pão doce com frutas cristalizadas é um velho conhecido dos brasileiros. Parecido com um muffin, possui um sabor único. Há, hoje, muitas variações no mercado, como com chocolate trufado e com recheio de doce de leite.
São bolinhas de massa fritas que levam raspa de limão e avelã. Podem ser comidas com outras delícias. O fato é que, no Natal, todos comem muito Struffoli.
A data do Natal é diferente no México. Ela começa no dia 12 de dezembro e vai até 6 de janeiro. As crianças realizam performances, chamadas Posadas, que contam a história de José e Maria.Elas só recebem seu presente no último dia, quando é comemorado El Día de los Reyes. Nessa data a alimentação é o ponto mais importante.
Um prato um tanto diferente dos demais consumidos no mundo no Natal. É feito com bacalhau salgado e leva especiarias e vegetais que são a cara do México.
Não podia faltar sabores picantes no Natal, que são a marca registrada do país. É um prato clássico que dá um pouco de trabalho, mas que, como vale a pena, os mexicanos jamais dispensam.
Parecem uma versão de cookie de manteiga, mas o sabor é diferente de qualquer outro. Levam nozes e gotas de chocolate cozido.

Antes mesmo do Natal chegar, os suecos comemoram uma das grandes celebrações de férias, o Dia de Santa Lúcia, no dia 13 de dezembro. Na véspera do nascimento do Menino Jesus, há celebração, festa e troca de presentes. Há muita diversão, canto e júbilo. As crianças vestem-se de branco e carregam velas para celebrar o dia.
À primeira vista, o prato é apenas o “bolo de carne sueco”. Mas ele traz um sabor diferente, e por isso é um excelente complemento para o Natal. Para ter um gosto único, a receita leva de cebola a café expresso.
É uma espécie de arroz doce, mas com uma consistência mais próxima do pudim. Na finalização, também usam especiarias como canela.

Esse bolinho é comido todos os anos no Dia de Santa Lúcia. Ele é úmido, macio e muito saboroso. Por isso, é difícil para os suecos aguardarem o ano para comê-los.

Independentemente das diferenças locais – principalmente de horário – os alimentos têm importância primordial na celebração em qualquer lugar do mundo. O que importa nessa data é se lembrar do porquê a comemoramos.
Os sentimentos de renovação vêm à tona, mesmo após um ano difícil, porque absorvemos a certeza de vale a pena ter esperança. Porque não é todo dia que um Deus nasce, e, quando acontece, sabemos que tudo irá melhorar.
Feliz Natal e aproveite a refeição!
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As comidas típicas natalinas do Brasil poderiam agradar qualquer pessoa. Os alimentos usados nos pratos tradicionais incorporam ingredientes regionais, mas americanos e europeus provavelmente estariam satisfeitos nas festas de Natal brasileiras. As refeições agregam o espírito natalino de uma maneira deliciosamente única.
A data é comemorada em grande parte do mundo oriental e praticamente todo mundo ocidental. A tradição do catolicismo sempre foi incorporar elementos regionais – e até pagãos – quando os considera bons e que levam a Deus. Por isso, os países de formação cristã, em especial os latinos, possuem uma tradição gastronômica natalina que, ao mesmo tempo, é universal e original.
Em diversos países a Europa exerceu a influência principal na Ceia de Natal graças a colonização e a imigração. No Brasil, a herança europeia se misturou aos sabores tropicais e costumes locais e, juntos, colaboraram para enriquecer os sabores e acrescentaram uma deliciosa cor à mesa.
O Brasil segue, antes de tudo, a tradição ibérica recebida de Portugal. A refeição de Natal é o foco de toda preparação para as festividades. Os brasileiros comem tradicionalmente tarde da noite. A refeição pode ser antes ou depois da Missa do Galo, que só começa na meia-noite do dia 24 para 25, que anuncia o nascimento do Filho de Deus.
Assim como em muitos países da Europa, o jantar tradicional no Brasil é centrado no Peru de Natal. Mas, diferente dos outros países, no país sul-americano ele é servido com com ingredientes locais, como frutas exóticas. Existem muitas variedades de peru no Brasil, mas um em especial é o mais comum: o Chester.
Essa ave é como um “super frango”, e por isso combina bem com as festas natalinas, nas quais toda a família se reúne. Ele ainda possui um sabor diferente, pois é muito mais suculento do que as outras aves. O Chester é maior e mais saboroso devido a uma série de cruzamento de estirpes de perus especiais.
Para aqueles que não gostam de Peru, sempre há alternativas deliciosas. Nas mesas há Pernil ou Vitela de Porco, que são recheados e assados, com ou sem osso, em um forno, que pode ser de madeira ou convencional. Isso garante muito sabor à carne.
No jantar natalino também são servidos outras frutas locais, arroz com condimentos especiais, salada, nozes e presunto. As frutas sempre têm lugar garantido, sobretudo as tropicais. Como no Brasil elas existem em abundância, é possível consegui-las por um preço muito baixo.
No Sul comem-se alimentos herdados dos imigrantes que vieram para a região. O Strudel, um tipo de pastel da culinária alemã, é um exemplo. O Panetone também é uma das comidas típicas natalinas mais presentes nas ceias dos sulistas. Mas esse pão doce cristalizado da Itália é extremamente popular em todo o país.
Em algumas regiões, principalmente no litoral brasileiro, é comum a alimentação com Bacalhau salgado. Outro prato que nunca falta nas mesas é a Rabanada, feito com pão e canela, muito parecido com as toast britânicas e francesas.
Para fazer a Rabanada os brasileiros mergulham grossas fatias de pão fresco em uma mistura de leite e ovos batidos. Depois, fritam os pães na manteiga e cobrem-nos com xarope grosso feito de mel e canela. Esse prato pode ser comido o ano todo, mas é no Natal que ele ganha maior importância.
O Natal é o momento de renovar esperanças. E os alimentos colaboram para isso, uma vez que sentimos felizes e motivados depois de uma saborosa ceia. Na do brasileiro, existem muitos pratos deliciosos. Mas qual é o seu favorito? Comente nos contando e tenha um feliz Natal!
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Leia: A origem do bolo no pote
Para quem deseja investir em um novo negócio, ou fazer uma renda extra, os bolos no pode de vidro são uma excelente alternativa. Todo mundo gosta de bolo, ainda mais quando são bem apresentáveis.
Se você aprecia exercer a sua criatividade, a ideia é perfeita para você, pois poderá testar novos sabores e novas formas de montar o produto. Há cursos de bolo no pote que ensinam desde a estruturação do negócio à rotulação dos potes. Mas e o lucro, vale a pena? Vamos fazer um exercício de cálculo para ver se você ganhará dinheiro com eles?
Dá lucro, sim, e pode dar muito lucro se você trabalhar com afinco e caprichar nos bolos. Há empreendedoras que lucram mais de 5 mil reais mensais com os bolos no pote. O que eu posso dizer é que, a princípio, seu lucro líquido passa dos 100%. Quer fazer um breve cálculo? Vamos lá.
Mas vamos imaginar um cenário hipotético, no qual você irá iniciar as vendas para adquirir uma renda extra, sem se importar com o mercado. Ou seja, você já tem uma renda fixa, e não poderá gastar seu tempo integral na produção e vendas. Começamos com um investimento baixo e um tempo de dedicação curto.
Com 50 reais você consegue fazer 20 bolos em potes de 250 ml. Suponhamos que você os venda a 6 reais cada bolo (é uma média de preço, pois você pode vender alguns por menos e outros por mais, a depender do sabor e da decoração). Seu lucro bruto será de 120 reais, e o lucro líquido de 70 reais. Ou seja, mais de 100%.
Se vender por semana os 20 potes, você terá investido no fim do mês, além da mão de obra, 200 reais. Seu lucro líquido será de 280 reais. Compensa pelo trabalho, não? A depender da sua técnica, poderá cobrar muito mais. Se seu investimento for de 200 por semana, terá, no final do mês, um lucro líquido de R$ 1.120,00.
Estamos trabalhando com hipóteses vagas aqui, é claro. Mas se você der o melhor de si, irá lucrar mais que isso! Leve em consideração o capricho que você terá com o bolo, o tempo gasto, o sabor, a embalagem, a entrega e o tamanho do pote. Além disso, há os preços dos ingredientes, que costumam variar em épocas de inflação.
Depois de assado, o bolo apresentou uma consistência duvidosa. O que ela fez? Disse que se tratava de uma nova receita, e isso conquistou todo mundo.
Hoje milhares de pessoas fazem curso para bolo no pote e lucram muito dinheiro.
Aconteceu a mesma coisa com o bolo no pote, hoje um sucesso em todos os cantos do Brasil – e até fora do país. Tudo começou com Cássia Peres, uma empresária paulista que comercializava os bolos que fazia. Certa vez ela percebeu que, estranhamente, muitos dos seus bolos ficavam murchos depois de assados, e sem motivo aparente.
Mas, como as massas continuavam saborosas mesmo com a aparência disforme, para evitar o prejuízo ela passou a colocá-las em um pote transparente, recheando-as em camadas. A princípio, sua criação foi chamada de “bolo de vidro”.
Acontece que essa “criação” tipicamente brasileira se tornou um sucesso e virou uma grande estratégia de marketing para seu negócio. A receita se popularizou e muitas outras pessoas começaram a fazer dinheiro com a novidade.
Hoje em dia é possível encontrar vários tipos de potes, com muitos bolos diferentes, em quase todos os lugares do país. A receita de bolo no pote promete ser uma das grandes receitas típicas brasileiras. Leia os posts abaixo para entender melhor por que essa delícia está rendendo muito dinheiro a produtores.